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	<title>CARVALHO, M.</title>
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		<title>CARVALHO, M.</title>
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		<title>Obercom lança Portal da Comunicação em português</title>
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		<pubDate>Tue, 12 May 2009 14:34:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Monica Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciências da Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Sites]]></category>

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		<description><![CDATA[Por ocasião dos 10 anos do OberCom e dos 8 anos do “Portal de la Comunicación”, o Instituto da Comunicação da Universidade Autónoma de Barcelona e o Observatório da Comunicação (OberCom) lançam a edição portuguesa do Portal da Comunicação.
O Portal da Comunicação, na sua edição em Português e em Espanhol, pretende dar visibilidade internacional às [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=monicacarvalho.wordpress.com&blog=1420374&post=123&subd=monicacarvalho&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><a href="http://www.portalcomunicacao.com/" target="_blank"><img class="alignleft size-full wp-image-126" style="margin-left:3px;margin-right:3px;" title="obercompt" src="http://monicacarvalho.files.wordpress.com/2009/05/obercompt.jpg?w=272&#038;h=288" alt="obercompt" width="272" height="288" /></a>Por ocasião dos 10 anos do <a href="http://www.obercom.pt/" target="_blank">OberCom</a> e dos 8 anos do “Portal de la Comunicación”, o Instituto da Comunicação da Universidade Autónoma de Barcelona e o Observatório da Comunicação (OberCom) lançam a edição portuguesa do Portal da Comunicação.</p>
<p>O Portal da Comunicação, na sua edição em Português e em Espanhol, pretende dar visibilidade internacional às publicações, eventos e investigação científica realizada no Brasil e em Portugal.</p>
<p>Por via da sua visibilidade no contexto Europeu procura-se também com essa iniciativa promover redes de colaboração entre cientistas brasileiros e europeus.</p>
<p>Os interessados em promover seus trabalhos, publicações e eventos na área da comunicação e estudos de mídia no Portal da Comunicação podem encaminhar os comunicados para <a href="mailto:portalcom@uab.cat">portalcom@uab.cat</a>.</p>
<p>A nova edição do Portal Comunicação InCom-UAB encontra-se disponível através do endereço <a href="http://www.portalcomunicacao.com" target="_blank">www.portalcomunicacao.com</a>.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.intercom.org.br/boletim/a05n134/publicacoes02.shtml" target="_blank">Jornal Intercom</a></p>
Posted in Ciências da Comunicação, Sites  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/monicacarvalho.wordpress.com/123/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/monicacarvalho.wordpress.com/123/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/monicacarvalho.wordpress.com/123/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/monicacarvalho.wordpress.com/123/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/monicacarvalho.wordpress.com/123/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/monicacarvalho.wordpress.com/123/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/monicacarvalho.wordpress.com/123/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/monicacarvalho.wordpress.com/123/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/monicacarvalho.wordpress.com/123/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/monicacarvalho.wordpress.com/123/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=monicacarvalho.wordpress.com&blog=1420374&post=123&subd=monicacarvalho&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>VI Sopcom</title>
		<link>http://monicacarvalho.wordpress.com/2009/04/24/vi-sopcom/</link>
		<comments>http://monicacarvalho.wordpress.com/2009/04/24/vi-sopcom/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 24 Apr 2009 21:38:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Monica Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Um pouco antes de terminar uma estratégica licença-maternidade, fui à VI Sopcom/VIII Lusocom, na seção temática Comunicação e Ciência coordenada por Anabela Carvalho e Fernando Cascais. A comunicação foi de autoria coletiva, mas apresentada por mim. Tem a ver com a actual investigação em que estou inserida na Universidade Católica Portuguesa.
O que é realmente lamentável [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=monicacarvalho.wordpress.com&blog=1420374&post=97&subd=monicacarvalho&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Um pouco antes de terminar uma estratégica licença-maternidade, fui à <a href="http://sopcom2009.ulusofona.pt/" target="_blank">VI Sopcom/VIII Lusocom</a>, na seção temática <em>Comunicação e Ciência</em> coordenada por Anabela Carvalho e Fernando Cascais. A comunicação foi de autoria coletiva, mas apresentada por mim. Tem a ver com a actual investigação em que estou inserida na Universidade Católica Portuguesa.</p>
<p>O que é realmente lamentável é que muita gente desta seção acabou não fazendo a comunicação. Seu tema, apesar de muito amplo, é paradoxalmente restrito no que se refere ao interesse dos investigadores em Ciências da Comunicação.</p>
<p>Abaixo, o resumo da comunicação ou ver as <a href="http://conferencias.ulusofona.pt/" target="_blank">actas digitais do evento</a>.</p>
<blockquote><p><strong>Comunicação e ciência a partir das questões éticas das ciências da vida</strong><br />
<em>Mónica Carvalho, Joana Araújo, Joana Cunha Costa, Luís Teixeira e Ana Sofia Carvalho</em></p>
<p>Resumo: Este trabalho pretende apresentar o projecto de investigação Ciência e Sociedade: promovendo a cidadania através da reflexão sobre as questões éticas das ciências da vida. Trata-se de uma iniciativa conjunta do Gabinete de Investigação em Bioética “GIB e do Centro de Investigação em Ciências e Tecnologias das Artes” CITAR, ambos da Universidade Católica Portuguesa. A partir de um modelo transdisciplinar de investigação, pretende-se partir da reflexão ética sobre as questões suscitadas pelo desenvolvimento das ciências da vida e estudar e desenvolver novas metodologias e ferramentas comunicacionais, audiovisuais e digitais. Em virtude do universo que se quer auscultar; dos temas abordados e do desenvolvimento técnico e metodológico que se pretende promover em comunicação e ciência, pode-se afirmar que se trata de um projecto complexo. O planeamento do projecto constituir-se-á por diversas fases de investigação. Numa fase inicial, pretende-se realizar um inquérito nacional à população portuguesa visando a análise do potencial crítico da população sobre as diversas temáticas da bioética e das ciências da vida. Posteriormente, e também em função dos resultados do inquérito, propõem-se estudos de recepção dos diversos públicos em Portugal para obter dados acerca do modo como as informações circulam na interacção entre os públicos e diversos media. De seguida, devem-se desenvolver estratégias e ferramentas para a comunicação da ciência e participação do público em questões que podem afectar directa ou indirectamente as suas vivências. As estratégias a desenvolver incluirão sempre ferramentas multimédia a serem criadas no âmbito do projecto.</p></blockquote>
Posted in Uncategorized  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/monicacarvalho.wordpress.com/97/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/monicacarvalho.wordpress.com/97/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/monicacarvalho.wordpress.com/97/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/monicacarvalho.wordpress.com/97/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/monicacarvalho.wordpress.com/97/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/monicacarvalho.wordpress.com/97/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/monicacarvalho.wordpress.com/97/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/monicacarvalho.wordpress.com/97/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/monicacarvalho.wordpress.com/97/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/monicacarvalho.wordpress.com/97/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=monicacarvalho.wordpress.com&blog=1420374&post=97&subd=monicacarvalho&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Publicação de artigo</title>
		<link>http://monicacarvalho.wordpress.com/2008/12/10/publicacao-de-artigo/</link>
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		<pubDate>Wed, 10 Dec 2008 10:50:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Monica Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Ciências da Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Media e saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Media no Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Produção pessoal]]></category>
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		<description><![CDATA[Este mês foi publicado um artigo meu no periódico eletrônico da Obercom (OBS*).
Chama-se Comunicação, medicina e evolucionismo: estudo de caso dos media brasileiros
Abaixo, o resumo em português e em inglês e o link para o artigo.
Comunicação, medicina e evolucionismo: estudo de caso dos media brasileiros
Resumo
O objectivo deste trabalho é discutir acerca da noção de intelectual-jornalista [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=monicacarvalho.wordpress.com&blog=1420374&post=90&subd=monicacarvalho&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Este mês foi publicado um artigo meu no periódico eletrônico da Obercom (OBS*).<br />
Chama-se <em>Comunicação, medicina e evolucionismo: estudo de caso dos media brasileiros</em></p>
<p>Abaixo, o resumo em português e em inglês e o <a href="http://obs.obercom.pt/index.php/obs/article/view/121" target="_blank">link para o artigo</a>.</p>
<blockquote><p><strong>Comunicação, medicina e evolucionismo: estudo de caso dos media brasileiros</strong></p>
<p><strong>Resumo</strong></p>
<p><strong></strong>O objectivo deste trabalho é discutir acerca da noção de intelectual-jornalista no campo científico a partir de um estudo de caso dos media brasileiros. Com este conceito, Bourdieu se referia ao papel dos críticos e avaliadores que julgam produtos culturais diversos e lhes dão maior ou menor evidência nos veículos de comunicação. Contudo, o termo parece não restringir-se ao campo de produção cultural e, no Brasil, pode ser observado também na área biomédica. No caso em estudo, Dráuzio Varella tem função de médico e jornalista ao mesmo tempo. Enquanto médico-jornalista, ele reveste-se de seu direito de expressão, mediática e cientificamente reconhecido, e, no entanto, faz uso de um discurso não científico, repleto de metáforas, certezas e juízos de valor, ou seja, cientificamente desqualificado, mas, ainda assim, estatutário. A importância de Varella deu-se no meu doutorado em pesquisa sobre o nexo obesidade/pobreza no jornal brasileiro “Folha de São Paulo”. Enquanto intelectual-jornalista, o médico ratifica certa ‘ordem estabelecida’: ele sempre fala segundo um ponto de vista radicalmente evolucionista. No âmbito da obesidade/pobreza, seu discurso enfatiza a noção de obesidade como anacronismo biológico e conduz à naturalização e medicalização da pobreza, na medida em que também aponta para a noção de darwinismo social.</p></blockquote>
<div>
<blockquote><p><strong>Communication, medicine and evolucionism: case study from Brazilian newspaper</strong></p>
<p><strong>Abstract</strong></p>
<p>This work discuss about the notion of intellectual-journalist in the scientific field in a case study from Brazilian newspaper. With this concept, Bourdieu refers to the role of critics and evaluators judging cultural products and giving them more or less evidence in mass media communication. However, the term does not seem to be restricted to the field of cultural production and, in Brazil, can be seen also in the biomedical area. In the case under study, Dráuzio Varella plays the role of doctor and journalist at the same time. While doctor-journalist he has the right of expression journalistic and scientifically recognized, and yet he makes use of a not scientific discourse, full of metaphors, certainties and judgments, i.e. scientifically disqualified, but nevertheless statutory. The importance of Varella appeared on my doctoral study about obesity/poverty nexus in the Brazilian newspaper &#8220;Folha de São Paulo&#8221;. As intellectual-journalist, the doctor ratifies certain &#8216;established order&#8217;: he always speaks in a radically evolucionist point of view. As part of the obesity/poverty, his speech emphasizes the notion of obesity as biological anachronism and leads to naturalization and medicalization of poverty, in that it also points to the concept of social darwinism.</p></blockquote>
</div>
Posted in Alimentação, Ciências da Comunicação, Media e saúde, Media no Brasil, Produção pessoal, Publicação  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/monicacarvalho.wordpress.com/90/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/monicacarvalho.wordpress.com/90/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/monicacarvalho.wordpress.com/90/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/monicacarvalho.wordpress.com/90/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/monicacarvalho.wordpress.com/90/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/monicacarvalho.wordpress.com/90/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/monicacarvalho.wordpress.com/90/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/monicacarvalho.wordpress.com/90/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/monicacarvalho.wordpress.com/90/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/monicacarvalho.wordpress.com/90/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=monicacarvalho.wordpress.com&blog=1420374&post=90&subd=monicacarvalho&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Metodologias de investigação em comunicação: duas lições</title>
		<link>http://monicacarvalho.wordpress.com/2008/09/10/metodologias-de-investigacao-em-comunicacao-duas-licoes/</link>
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		<pubDate>Wed, 10 Sep 2008 14:54:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Monica Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciências da Comunicação]]></category>

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		<description><![CDATA[O Portal de la Comunicación, da Universidade Autónoma de Barcelona, tem duas aulas sobre metodologias de investigação em comunicação. Seguem os links para ambas:
De la medición de la audiencia al conocimiento de los públicos, de Amparo Huertas
Las nuevas reglas de la etnografía de la comunicación, de Jaume Soriano
       <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=monicacarvalho.wordpress.com&blog=1420374&post=83&subd=monicacarvalho&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><a href="http://www.portalcomunicacion.com/d07/capd7_e700_1.jpg"><img class="alignright" title="Logo" src="http://www.portalcomunicacion.com/d07/capd7_e700_1.jpg" alt="" width="320" height="90" /></a>O <a href="http://www.portalcomunicacion.com/esp/home.asp" target="_blank">Portal de la Comunicación</a>, da Universidade Autónoma de Barcelona, tem duas aulas sobre metodologias de investigação em comunicação. Seguem os links para ambas:</p>
<p><a href="http://www.portalcomunicacion.com/esp/n_aab_lec_1.asp?id_llico=22" target="_blank">De la medición de la audiencia al conocimiento de los públicos</a>, de Amparo Huertas</p>
<p><a href="http://www.portalcomunicacion.com/esp/n_aab_lec_1.asp?id_llico=30" target="_blank">Las nuevas reglas de la etnografía de la comunicación</a>, de Jaume Soriano</p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/monicacarvalho.wordpress.com/83/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/monicacarvalho.wordpress.com/83/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/monicacarvalho.wordpress.com/83/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/monicacarvalho.wordpress.com/83/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/monicacarvalho.wordpress.com/83/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/monicacarvalho.wordpress.com/83/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/monicacarvalho.wordpress.com/83/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/monicacarvalho.wordpress.com/83/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/monicacarvalho.wordpress.com/83/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/monicacarvalho.wordpress.com/83/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/monicacarvalho.wordpress.com/83/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/monicacarvalho.wordpress.com/83/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=monicacarvalho.wordpress.com&blog=1420374&post=83&subd=monicacarvalho&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Ciência em questão</title>
		<link>http://monicacarvalho.wordpress.com/2008/08/29/ciencia-em-questao/</link>
		<comments>http://monicacarvalho.wordpress.com/2008/08/29/ciencia-em-questao/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 29 Aug 2008 10:52:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Monica Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Media e ciência]]></category>

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		<description><![CDATA[As the twentieth century drew to a close, the connection between hard scientific fact and public policy became increasingly elastic. In part this was possible because of the complacency of the scientific profession; in part because of the lack of good science education among the public; in part, because of the rise of specialized advocacy [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=monicacarvalho.wordpress.com&blog=1420374&post=79&subd=monicacarvalho&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><blockquote><p>As the twentieth century drew to a close, the connection between hard scientific fact and public policy became increasingly elastic. In part this was possible because of the complacency of the scientific profession; in part because of the lack of good science education among the public; in part, because of the rise of specialized advocacy groups which have been enormously effective in getting publicity and shaping policy; and in great part because of the decline of the media as an independent assessor of fact. The deterioration of the American media is dire loss for our country. When distinguished institutions like the New York Times can no longer differentiate between factual content and editorial opinion, but rather mix both freely on their front page, then who will hold anyone to a higher standard?</p></blockquote>
<p><em>In</em> ALIENS CAUSE GLOBAL WARMING, By Michael Crichton [January 17, 2003]; an historical approach detailing how over the last thirty years scientists have begun to intermingle scientific and political claims.</p>
<p><a href="http://www.crichton-official.com/speech-alienscauseglobalwarming.html" target="_blank">Leia artigo completo</a></p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/monicacarvalho.wordpress.com/79/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/monicacarvalho.wordpress.com/79/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/monicacarvalho.wordpress.com/79/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/monicacarvalho.wordpress.com/79/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/monicacarvalho.wordpress.com/79/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/monicacarvalho.wordpress.com/79/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/monicacarvalho.wordpress.com/79/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/monicacarvalho.wordpress.com/79/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/monicacarvalho.wordpress.com/79/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/monicacarvalho.wordpress.com/79/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/monicacarvalho.wordpress.com/79/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/monicacarvalho.wordpress.com/79/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=monicacarvalho.wordpress.com&blog=1420374&post=79&subd=monicacarvalho&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Educar X Informar</title>
		<link>http://monicacarvalho.wordpress.com/2008/08/01/educar-x-informar/</link>
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		<pubDate>Fri, 01 Aug 2008 09:51:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Monica Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Media e ciência]]></category>

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		<description><![CDATA[Sobre as relações entre media e ciência há uma interessante discussão no blog científico A blog around the clock acerca de To Educate vs. To Inform.
As relações entre jornalistas e cientistas costumam ser bastante tensas. Contudo parece haver certa confusão acerca do papel dos jornalistas no tocante à informação científica. Os media podem ser ferramentas [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=monicacarvalho.wordpress.com&blog=1420374&post=73&subd=monicacarvalho&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Sobre as relações entre media e ciência há uma interessante discussão no blog científico <strong>A blog around the clock</strong> acerca de <a href="http://scienceblogs.com/clock/2007/06/to_educate_vs_to_inform.php" target="_blank">To Educate vs. To Inform.</a></p>
<p>As relações entre jornalistas e cientistas costumam ser bastante tensas. Contudo parece haver certa confusão acerca do papel dos jornalistas no tocante à informação científica. Os media podem ser ferramentas muito úteis à divulgação e até mesmo no planejamento educativo acerca das ciências. Contudo, o papel dos jornalistas não é educar as massas, mas informar.</p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/monicacarvalho.wordpress.com/73/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/monicacarvalho.wordpress.com/73/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/monicacarvalho.wordpress.com/73/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/monicacarvalho.wordpress.com/73/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/monicacarvalho.wordpress.com/73/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/monicacarvalho.wordpress.com/73/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/monicacarvalho.wordpress.com/73/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/monicacarvalho.wordpress.com/73/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/monicacarvalho.wordpress.com/73/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/monicacarvalho.wordpress.com/73/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/monicacarvalho.wordpress.com/73/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/monicacarvalho.wordpress.com/73/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=monicacarvalho.wordpress.com&blog=1420374&post=73&subd=monicacarvalho&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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	</item>
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		<title>Trabalho de investigação e publicações</title>
		<link>http://monicacarvalho.wordpress.com/2008/07/05/trabalho-de-investigacao-e-publicacoes/</link>
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		<pubDate>Sat, 05 Jul 2008 21:34:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Monica Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigo Científico]]></category>
		<category><![CDATA[Atividade profissional]]></category>
		<category><![CDATA[Investigação]]></category>
		<category><![CDATA[Produção pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[Publicação]]></category>

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		<description><![CDATA[Tenho deixado de lado a atualização deste blog. Não foi desleixo ou falta de tempo. Na verdade, a vida acabou por me levar a mudanças no campo de investigação, o que eu ainda estou elaborando e trabalhando muito de modo a realizar um excelente trabalho.
Desde maio venho trabalhando na Universidade Católica Portuguesa como investigadora num [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=monicacarvalho.wordpress.com&blog=1420374&post=66&subd=monicacarvalho&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Tenho deixado de lado a atualização deste blog. Não foi desleixo ou falta de tempo. Na verdade, a vida acabou por me levar a mudanças no campo de investigação, o que eu ainda estou elaborando e trabalhando muito de modo a realizar um excelente trabalho.</p>
<p>Desde maio venho trabalhando na Universidade Católica Portuguesa como investigadora num projeto que envolve comunicação e reflexão sobre as ciências da vida a partir de questões bioéticas. O projecto está em fase de preparação e, por enquanto, não há muito ainda o que dizer a respeito.</p>
<p>Por causa desta minha nova atividade de investigação, tive que interromper meu pós-doutoramento na Universidade de Coimbra. A Fundação para a Ciência e a Tecnologia exige dedicação exclusiva ao pós-doutoramento. Mas, sinceramente, mesmo que não o exigisse, seria impossível compatibilizar minha investigação de campo da pesquisa de pós-doutoramento com a da Católica.</p>
<h3>Publicações</h3>
<p>Já faz algum tempo que publiquei aqui posts sobre a <em>5a SOPCOM</em>, evento de caráter nacional em Portugal que reúne investigadores portugueses a cada dois anos. As <em>Actas</em> do evento demoraram a ser publicadas, mas finalmente já estão online. Abaixo o link para os pdfs dos dois trabalhos que apresentei em setembro de 2007, já devidamente publicados.</p>
<p><a href="http://lasics.uminho.pt/ojs/index.php/5sopcom/article/view/216/235" target="_blank">Comunicação, medicina e evolucionismo: estudo de caso dos média brasileiros</a></p>
<p><a href="http://lasics.uminho.pt/ojs/index.php/5sopcom/article/view/137/133" target="_blank">Media, política e construção social do direito à saúde</a></p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/monicacarvalho.wordpress.com/66/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/monicacarvalho.wordpress.com/66/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/monicacarvalho.wordpress.com/66/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/monicacarvalho.wordpress.com/66/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/monicacarvalho.wordpress.com/66/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/monicacarvalho.wordpress.com/66/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/monicacarvalho.wordpress.com/66/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/monicacarvalho.wordpress.com/66/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/monicacarvalho.wordpress.com/66/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/monicacarvalho.wordpress.com/66/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/monicacarvalho.wordpress.com/66/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/monicacarvalho.wordpress.com/66/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=monicacarvalho.wordpress.com&blog=1420374&post=66&subd=monicacarvalho&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Os portugueses e a procura sobre saúde na web</title>
		<link>http://monicacarvalho.wordpress.com/2008/04/22/os-portugueses-e-a-busca-de-informacoes-sobre-saude-na-web/</link>
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		<pubDate>Tue, 22 Apr 2008 19:19:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Monica Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Media e saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Media em Portugal]]></category>

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		<description><![CDATA[1,3 milhões procuram informação sobre saúde na Internet
Os dados mais recentes do estudo Bareme Internet da Marktest mostram que, no Continente, são 1,3 milhões os residentes que pesquisam na internet informação sobre saúde.
Marktest.com, 10 de Abril de 2008

O relatório anual de 2007 do Bareme Internet, o estudo de base do Netpanel, contabiliza 1 321 mil [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=monicacarvalho.wordpress.com&blog=1420374&post=62&subd=monicacarvalho&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><h2>1,3 milhões procuram informação sobre saúde na Internet</h2>
<p>Os dados mais recentes do estudo Bareme Internet da Marktest mostram que, no Continente, são 1,3 milhões os residentes que pesquisam na internet informação sobre saúde.</p>
<p><em>Marktest.com, 10 de Abril de 2008</em></p>
<p><img style="vertical-align:middle;" src="http://www.marktest.com/wap/private/images/news2008/504/bareme.gif" alt="" width="313" height="349" /></p>
<p><span id="more-62"></span>O relatório anual de 2007 do Bareme Internet, o estudo de base do Netpanel, contabiliza 1 321 mil indivíduos que pesquisam na internet informação sobre saúde. Este valor representa 15.9% do universo composto pelos residentes no Continente com 15 e mais anos.</p>
<p>Na análise por targets, vemos que a ocupação é a variável mais discriminante, pois é a que revela mais diferenças de comportamento entre os indivíduos. A classe social e a idade também revelam comportamentos heterogéneos face a esta questão.</p>
<p>Entre os dois sexos, não se registam diferenças: 15.7% dos homens e 16.1% das mulheres pesquisam informação sobre saúde na internet.</p>
<p>Na análise da idade, vemos que os valores sobem gradualmente de 21.7% entre os jovens dos 15 aos 17 anos para os 28.5% junto dos indivíduos dos 25 aos 34 anos, para depois baixar também gradualmente até aos 0.9% observados junto dos indivíduos com mais de 64 anos.</p>
<p>Entre as regiões, destacam-se os residentes na Grande Lisboa e no Grande Porto, que pesquisam, mais do que a média, este tipo de informação quando navegam na internet (19.9% e 19.7%, respectivamente).</p>
<p>Entre as classes sociais as diferenças são mais evidentes, com 33.6% dos indivíduos das classes alta e média alta a pesquisar na internet informação sobre saúde, um valor que baixa progressivamente até aos 5.1% observados junto dos indivíduos da classe social baixa.</p>
<p>Estas diferenças são ainda mais evidentes quando analisada a ocupação, pois enquanto 39.6% dos quadros médios e superiores costuma fazer estas pesquisas, apenas 2.3% das domésticas também as faz.<br />
<img style="vertical-align:middle;" src="http://www.marktest.com/wap/private/images/news2008/504/bareme1.gif" alt="" width="459" height="412" /><br />
A análise realizada teve como base os resultados anuais de 2007 do estudo Bareme Internet da Marktest. Este estudo analisa o universo constituído pelos residentes no Continente com 15 e mais anos.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.marktest.com" target="_blank">Marktest</a></p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/monicacarvalho.wordpress.com/62/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/monicacarvalho.wordpress.com/62/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/monicacarvalho.wordpress.com/62/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/monicacarvalho.wordpress.com/62/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/monicacarvalho.wordpress.com/62/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/monicacarvalho.wordpress.com/62/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/monicacarvalho.wordpress.com/62/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/monicacarvalho.wordpress.com/62/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/monicacarvalho.wordpress.com/62/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/monicacarvalho.wordpress.com/62/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/monicacarvalho.wordpress.com/62/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/monicacarvalho.wordpress.com/62/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=monicacarvalho.wordpress.com&blog=1420374&post=62&subd=monicacarvalho&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Monica Carvalho</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://www.marktest.com/wap/private/images/news2008/504/bareme.gif" medium="image" />

		<media:content url="http://www.marktest.com/wap/private/images/news2008/504/bareme1.gif" medium="image" />
	</item>
		<item>
		<title>Media e alimentação</title>
		<link>http://monicacarvalho.wordpress.com/2008/04/18/media-e-alimentacao/</link>
		<comments>http://monicacarvalho.wordpress.com/2008/04/18/media-e-alimentacao/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 18 Apr 2008 10:11:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Monica Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Ciências da Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Media e saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Efeitos dos media]]></category>

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		<description><![CDATA[Qual a distancia entre uma teoria e a vida cotidiana? Quais são os limites entre uma investigação científica e o pensamento do homem comum? Como uma teoria torna-se uma ação no campo político?
Abaixo podemos ver certa correspondência entre a teoria do efeito dos media e uma ação, de caráter legal ou jurídico, levada a cabo [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=monicacarvalho.wordpress.com&blog=1420374&post=59&subd=monicacarvalho&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><img class="alignright" style="margin:2px 4px;" src="http://www.youthnoise.com/site/images/fitc/anorexia%20(2).jpg" alt="" width="265" height="175" />Qual a distancia entre uma teoria e a vida cotidiana? Quais são os limites entre uma investigação científica e o pensamento do homem comum? Como uma teoria torna-se uma ação no campo político?</p>
<p>Abaixo podemos ver certa correspondência entre a <em>teoria do efeito dos media </em>e uma ação, de caráter legal ou jurídico, levada a cabo na França.</p>
<p><span id="more-59"></span></p>
<h3>Efeitos dos media e comportamento alimentar</h3>
<p>No que se refere aos estudos que se questionam acerca da relação entre os meios de comunicação e o comportamento alimentar, é necessário destacar que por trás do modo como se realizam esses questionamentos há sempre as teorias da comunicação que lhes servem de base. Tais teorias figuram como maneiras de pensar a dinâmica comunicacional humana, estabelecendo os pressupostos básicos para a análise da relação <em>media</em>-comportamentos.</p>
<p>É assim que na pergunta do pesquisador a respeito dos <em>efeitos dos media</em> ou de seu impacto sobre o comportamento alimentar, está subjacente uma reflexão que pressupõe uma <em>visão linear da comunicação humana</em>, de neutralidade das instâncias “emissora” e “receptora”. Por serem lineares, os principais modelos que dão base a esta corrente foram os que surgiram nas décadas de 1930 e 40: (a) comportamentais do tipo estímulo/resposta e (b) informacionais, segundo o modelo da Teoria da Informação de Shannon. Para Shannon, o problema da comunicação consiste em “reproduzir em um ponto dado, de maneira exata ou aproximativa, uma mensagem selecionada em outro ponto” (<em>apud </em>MATTELART &amp; MATTELART, <em>História das teorias da comunicação</em>, 2001, p. 58). Ele cria o já bem conhecido modelo emissor-mensagem-receptor e ruído.</p>
<p>Estas visões conduzem à idéia de que o comportamento alimentar do indivíduo se expressa como <em>reação </em>ao que/como algo se torna público através dos meios de comunicação massa. Portanto, quando se trata de mudar hábitos e práticas alimentares, as possíveis políticas decorrentes desta perspectiva podem aparecer como: proibições para que não se veicule tal ou tal conteúdo considerado prejudicial; produtos de comunicação informativos e educativos a respeito do que é correto comer ou de como se alimentar “bem”; campanhas específicas visando a superexposição de certas informações; estratégias de persuasão para modificar atitudes consideradas inadequadas e mensuração de sua eficácia a partir das mudanças que lhe são atribuídas etc.</p>
<p>Neste sentido, vejamos a notícia abaixo acerca de lei lançada na França.</p>
<p><strong>FRANÇA</strong></p>
<h3>Lei pode punir quem incita a anorexia</h3>
<p>do <a href="http://www.observatoriodaimprensa.com.br/" target="_blank">Observatório da Imprensa</a></p>
<p>em 17/4/2008</p>
<p>A Câmara dos Deputados da França aprovou na terça-feira (15/4) um projeto de lei contra a promoção da anorexia, tornando ilegal incitar publicamente o excesso de magreza, encorajar a perda severa de peso e métodos para passar fome. O objetivo é combater sítios de propaganda &#8220;pró-anorexia&#8221; que, em geral, apóiam a anorexia como estilo de vida, em vez de tratá-la como um problema de saúde. Nestes sítios, a doença é &#8220;personificada&#8221; sob o codinome &#8220;Ana&#8221;. Nos EUA, blogs e fóruns que tratam do tema cresceram desde 2000 e, na França, ao longo dos últimos dois anos. Neles, há dicas de como passar por fome extrema comendo apenas um iogurte por dia, ou como esconder a perda excessiva de peso de médicos e familiares.</p>
<p>A lei, que deverá passar pelo Senado no próximo mês, permitirá que juizes prendam e multem em até 30 mil euros aqueles considerados culpados de incitar outros a serem magros em nível excessivo. Se a vítima morrer, o culpado corre o risco de ficar três anos na prisão e a pagar multa de 45 mil euros.</p>
<p>Na semana passada, políticos franceses, líderes da indústria da moda e anunciantes assinaram um código de conduta voluntário com o objetivo de promover imagens de corpos saudáveis. A ministra da Saúde, Roselyne Bachelot, acredita que a lei permitirá um debate público maior sobre anorexia, problema que, estima-se, afeta de 30 mil a 40 mil pessoas na França. Já opositores dizem que a lei é muito vaga na definição de &#8220;extrema magreza&#8221; e ao descrever quem poderia ser punido por promovê-la. Informações de Angelique Chrisafis [The Guardian, 16/4/08].</p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/monicacarvalho.wordpress.com/59/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/monicacarvalho.wordpress.com/59/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/monicacarvalho.wordpress.com/59/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/monicacarvalho.wordpress.com/59/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/monicacarvalho.wordpress.com/59/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/monicacarvalho.wordpress.com/59/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/monicacarvalho.wordpress.com/59/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/monicacarvalho.wordpress.com/59/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/monicacarvalho.wordpress.com/59/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/monicacarvalho.wordpress.com/59/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/monicacarvalho.wordpress.com/59/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/monicacarvalho.wordpress.com/59/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=monicacarvalho.wordpress.com&blog=1420374&post=59&subd=monicacarvalho&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Sobre o poder dos media</title>
		<link>http://monicacarvalho.wordpress.com/2008/04/15/sobre-o-poder-dos-media/</link>
		<comments>http://monicacarvalho.wordpress.com/2008/04/15/sobre-o-poder-dos-media/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 15 Apr 2008 13:57:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Monica Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciências da Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Media no Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Media na América Latina]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://monicacarvalho.wordpress.com/?p=57</guid>
		<description><![CDATA[Entrevista com o pesquisador brasileiro Denis de Moraes, retirada do Observatório da Imprensa.
Mudanças na cultura midiática latino-americana
Por IHU Online em 8/4/2008
Reproduzido da IHU Online, revista eletrônica do Instituto Humanitas Unisinos, 2/4/2008
As provocantes mudanças na cultura midiática latino-americana e a relação da comunicação e governos são tratadas nesta entrevista. &#8220;Essas modificações que começam a aparecer no [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=monicacarvalho.wordpress.com&blog=1420374&post=57&subd=monicacarvalho&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Entrevista com o pesquisador brasileiro Denis de Moraes, retirada do <a href="http://www.observatoriodaimprensa.com.br" target="_blank">Observatório da Imprensa</a>.</p>
<h2>Mudanças na cultura midiática latino-americana</h2>
<p>Por IHU Online em 8/4/2008<br />
Reproduzido da IHU Online, revista eletrônica do Instituto Humanitas Unisinos, 2/4/2008</p>
<p>As provocantes mudanças na cultura midiática latino-americana e a relação da comunicação e governos são tratadas nesta entrevista. &#8220;Essas modificações que começam a aparecer no cenário latino-americano se devem basicamente à ação de governos progressistas&#8221;, diz Dênis de Moraes, doutor em Comunicação e Cultura.</p>
<p>Que a cultura midiática latino-americana está mudando, não há dúvidas. Mas é preciso salientar que há mudanças extremamente significativas acontecendo, enquanto que, em outros países, a mudança ainda é tímida. &#8220;Essas modificações que começam a aparecer no cenário latino-americano se devem basicamente à ação de governos progressistas, particularmente os governos da aliança bolivariana das Américas: Venezuela, Equador e Bolívia, que entendem que a comunicação é uma questão estratégica para o desenvolvimento social e econômico e têm procurado interferir mais no sistema midiático, no sentido de aumentar a variedade dos conteúdos e das fontes emissoras&#8221;, diz o professor Dênis de Moraes. Ele fala ainda sobre a relação entre comunicação e governabilidade, crise das indústrias e conselhos de comunicação. A conversa foi realizada por telefone.</p>
<p><span id="more-57"></span>Dênis de Moraes é mestre em Comunicação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, onde também realizou doutorado em Comunicação e Cultura. É pós-doutor pela Universidade Federal de Minas Gerais e pelo Consejo Latinoamericano de Ciencias Sociales, da Argentina. É professor da Universidade Federal Fluminense. É autor de, entre outras obras, O concreto e o virtual: mídia, cultura e tecnologia (Rio de Janeiro: DP&amp;A, 2001) e Cultura mediática y poder mundial (Buenos Aires: Grupo Editorial Norma, 2006).</p>
<p>***</p>
<p><em>Foucault dizia que não existe o poder, mas existem, sim, aqueles que querem ser dominados. Qual a relação que o senhor faz entre o poder e a cultura midiática presente na América Latina, hoje?</em></p>
<p>Dênis de Moraes – Eu acho que a cultura midiática, tanto na América Latina quanto no mundo em geral, apresenta uma série de características comuns e convergentes. A primeira delas é o que eu defino como midiatização da vida social. Todos os espaços de representação de anseios e aspirações parecem ter se transferido por ação ideológica dos meios de comunicação para telas e monitores. Isso significa que só adquire verdadeira visibilidade social aquilo que os meios de comunicação se incubem de transmitir. Significa também que as outras esferas de representação de interesses passam também a entrar num processo de esvaziamento de sua força junto à opinião pública. Eu me refiro à escola, às associações sociais, ao poder legislativo, que continuam manifestando suas posições, aglutinando interesses, mas não têm o mesmo poder de penetração e de interferência social do que os meios de comunicação. Trata-se de uma distorção perigosa, na medida em que os meios de comunicação se apresentam diante da coletividade como um âmbito de representação da vontade geral, como se eles tivessem a capacidade de resumir tudo aquilo que a sociedade deseja e aspira.</p>
<p>Trata-se de uma manobra ideológica muito poderosa, muito incisiva e que tem como objetivo: 1) ajudar a consolidar a hegemonia do mercado como a esfera de organização societária, ou seja, o mercado elevado à potência máxima; 2) Trata-se de uma tentativa de colocar os meios de comunicação, que são privados, fora do alcance de controles públicos democráticos. Eu me refiro, especificamente, aos meios de comunicação que têm concessões de rádio e televisão e que não desejam se submeter a controles, regras e normas públicas. Isso é uma deturpação muito perigosa também, porque se tratam de canais que pertencem à sociedade e não aos conglomerados midiáticos. Mas, ao se apresentarem como esfera de tradução da vontade geral, eles tentam se colocar fora do alcance de qualquer tipo de controle público-democrático. Como se tivessem uma autonomia tão peculiar, como se fossem a única esfera social, que não precisassem prestar contas à sociedade daquilo que fazem.</p>
<p>Tem que prestar sim, porque são concessionários de licenças. Esse é um exemplo bastante eloqüente do tipo de cultura midiática que nós temos. Trata-se de uma cultura absolutamente singular porque controlada, formulada, executada por meios que querem se colocar fora do alcance da sociedade, acima de qualquer tipo de controle. E fabricam, com uma velocidade espantosa, um volume desproporcional de informações e imagens a pretexto de que isso ampliaria a diversidade, quando na verdade nós sabemos muito bem que, de fato, há um aumento exponencial dos conteúdos transmitidos socialmente. Porém, as fontes de transmissão continuam cada vez mais concentradas nas mãos de poucas empresas que têm um poder absurdo de definir tudo aquilo que a sociedade pode ouvir, ver e ler.</p>
<p><em>Para o senhor, de que forma a comunicação se relaciona com as constantes mudanças no governo e as crises políticas na América Latina e como ela afeta a democracia?</em></p>
<p>D.M. – Na América Latina, os esforços e movimentos que estão sendo feitos para descentralizar e aumentar a diversidade cultural nos meios de comunicação se processam completamente fora do sistema midiático. Nós sabemos que o sistema midiático é controlado por grandes empresas privadas. E esse sistema não quer que haja modificação alguma no cenário. Essas modificações que começam a aparecer no cenário latino-americano se devem, basicamente, à ação de governos progressistas, particularmente os governos da aliança bolivariana das Américas: Venezuela, Equador e Bolívia, que entendem que a comunicação é uma questão estratégica para o desenvolvimento social e econômico e têm procurado interferir mais no sistema midiático, no sentido de aumentar a variedade dos conteúdos e das fontes emissoras. Esses governos têm procurado modificar marcos-regulatórios, apoiar, através de fomentos, parcerias e acordos bilaterais ou multilaterais, a produção nacional independente, sobretudo do audiovisual.</p>
<p>Os referidos governos têm apoiado também meios de comunicação comunitários e alternativos, seja através de novas leis, que regulamentem, por exemplo, rádios comunitárias e, também, desonerando cooperativas, pequenas e médias empresas de comunicação para que a produção fora do mercado cresça e possa oferecer novos canais de difusão não submetidos aos crivos dos grandes conglomerados. Trata-se de uma ação alternativa, no sentido de restabelecer a influência do poder público sobre o sistema de comunicação. E nós também assistimos em outros países, sem a mesma intensidade desses três, esforços para modificar leis, alterar sistemas de fomento, exercer novos controles sobre empresas concessionárias de rádio e televisão, fortalecer os sistemas estatais de comunicação, lançar editais de fomento para o cinema, sempre apoiando a produção independente e não-midiática no sentido de não pertencer às grandes corporações. Nesse sentido, eu acredito que a América Latina vive um momento excepcional, porque, pela primeira vez na sua história, há uma reação institucional em vários países contra as distorções de um sistema de comunicação cada vez mais concentrado e oligopolizado, evidenciando a consciência de determinados governos de que não é possível ficar de braços cruzados diante da onipotência midiática. Infelizmente, no nosso país, assistimos a um processo de letargia do governo federal nessa matéria, mas o cenário latino-americano é bastante promissor.</p>
<p><em>Como o senhor vê a crise das indústrias culturais no mundo e como essa crise afeta os meios de comunicação latino-americanos?</em></p>
<p>D.M. – As indústrias culturais fazem parte do modo de produção capitalista, de forma que um dos traços constitutivos desse modo de produção é que ele se depara sempre com crises internas e tem uma extraordinária capacidade de reprocessá-las e, assim, conseguir se reestruturar e seguir adiante. As indústrias culturais apresentam algumas evidências de crise, sobretudo no sentido do esgotamento dos mercados dos países mais industrializados. Entretanto, as corporações desses países entenderam que elas precisam buscar outros mercados através da economia de escala que internacionalizaram suas produções, seus sistemas de difusão, suas estratégias mercadológicas e conseguem enfrentar a crise em seus países de origem, obtendo lucros em países periféricos da América Latina e da Ásia.</p>
<p>De modo que eu não vejo uma crise das indústrias culturais que possa afetar a sua hegemonia no mercado de informação e entretenimento. Eu vejo crises que têm sido enfrentadas sucessivamente por meio de reestruturações empresariais e novos planos mercadológicos com relativo êxito. Basta citar, por exemplo, o caso das grandes corporações estadunidenses que, diante da saturação do mercado nacional, conseguiram, nas últimas décadas, resultados verdadeiramente extraordinários nos demais continentes, compensando, portanto, o esgotamento das possibilidades de crescimento do mercado interno.</p>
<p>Com relação ao mercado de mídia, penso que esse cenário se reproduz com uma impressionante coincidência: as principais corporações de mídia operam, hoje em dia, em escala absolutamente planetária. São grandes conglomerados que têm interesses e exploram uma série de setores tornados convergentes pela digitalização e conseguem atuar em parcerias com aliados regionais e locais desenvolvendo um processo de mais valia, extremamente insidioso e competente, porque distribui para mais de 200 países os mesmo produtos que são elaborados nos estúdios e nos centros de produção das matrizes, obtendo ganhos variados com cd’s, dvd’s, desenhos animados, filmes, etc. Também penso que não há crise tão violenta que possa colocar em risco a posição hegemônica das indústrias de comunicação e cultura.</p>
<p><em>Pensando na perspectiva de que todos os jornalistas são, antes de tudo, comunicadores sociais, como o senhor analisa o episódio do jejum de Dom Cappio e a movimentação que essa atitude gerou nos movimentos sociais no Brasil, em relação, principalmente, à luta contra a transposição do Rio São Francisco, e a cobertura (ou não cobertura) da mídia sobre esse fato?</em></p>
<p>D.M. – Eu creio que Dom Cappio teve um gesto de bravura, de consciência da cidadania e de compromisso com o Brasil. Foi um gesto extremo, que procurou chamar a atenção da nação para a controvertida transposição do Rio São Francisco. De fato, a cobertura midiática foi muito aquém do que o caso exigia e que também a gravidade do gesto do bispo reclamava. Isso tem a ver, evidentemente, com os interesses econômicos que estão em jogo no projeto de transposição das águas do Rio São Francisco. Sabemos que há, em vários aspectos, uma convergência de interesses entre as grandes corporações de mídia e os setores econômicos hegemônicos. Provavelmente, há convergências também no caso desse projeto, como também há uma série de interesses compartilhados entre as organizações de mídia e o governo Lula. O tratamento dado ao jejum do bispo é um tratamento de controle.</p>
<p>Não se podia deixar de noticiar um gesto extremo. Ao mesmo tempo, não se ampliou o debate sobre a transposição. Se pensarmos bem, até hoje essa questão parece nebulosa, fora de um conhecimento público mais amplo. O fato de ter existido audiência, como o senhor Ciro Gomes costuma dizer sempre que esse assunto vem à tona, não quer dizer que a sociedade, como um todo, tenha se esclarecido e tenha fixado uma posição a respeito. Se o governo Lula tem alguma dúvida, porque ele não utiliza maioria parlamentar para aprovar uma proposta de referendo para que a população se manifeste sobre a transposição? Sobre esse assunto quem melhor traduziu uma posição justa e progressista, além de Dom Cappio, foi a atriz Letícia Sabatella, que enfrentou, diante dos holofotes e dos microfones da mídia, os representantes do governo federal em pleno Congresso Nacional, inclusive o senhor Ciro Gomes. E a carta que ela escreveu e que foi tão pouco difundida pelos meios de comunicação fixa muito bem o total descompasso nesse caso entre os interesses estratégicos do governo e de grupos econômicos e a posição de ambientalistas e de entidades regionais a respeito do Rio São Francisco.</p>
<p><em>Para o senhor, quais são as possibilidades e os limites dos conselhos de comunicação social hoje?</em></p>
<p>D.M. – O Brasil tem um Conselho de Comunicação Social criado pela Constituição de 1988, que teve no saudoso doutor Ulisses Guimarães o seu grande expoente. Esse conselho praticamente não existe mais, deixou de ser do conhecimento público. Até onde sei, não tem se reunido com freqüência e a sua influência como órgão assessor do congresso nacional é uma influência muito pequena e sem ressonância. Atribuo isso ao desinteresse dos quatro últimos governos em fazer avançar medidas que contribuam para a democratização da comunicação do país. Digo isso porque a composição atual do conselho nacional de comunicação social, segundo análises que foram feitas por especialistas e pesquisadores, é a mais conservadora de toda a recente trajetória do conselho. Isso mostra claramente que não há um interesse governamental e do próprio congresso em prestigiar esse órgão como uma esfera de debate dos poderes públicos no campo da comunicação. Digo isso com pesar, porque essa foi uma luta importante das entidades que defendem a democratização dos meios de comunicação no país.</p>
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